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Encontrará aqui biografias, não só de artistas, como dos principais grupos musicais portugueses, ordenados
pela primeira letra porque são conhecidos.
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Para aqueles que têm páginas próprias, ficará também o link para elas.
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Uma das atracções mais típicas e queridas da revista, Anita Guerreiro continua ainda hoje a trabalhar
e a ser uma autêntica preferida do público, embora actualmente na televisão, onde participa regularmente
em telenovelas e séries de comédia. Tal como muitos outros, Anita Guerreiro começou, com apenas sete
anos, por ser uma das "miúdas", fadistas infantis que ficavam identificados com o bairro de onde vinham
- sendo "a miúda do Intendente", bairro onde nascera em 1936. Com apenas quinze anos de idade, em
1952, Anita Guerreiro (nome artístico, pois o seu verdadeiro nome é Bebiana Cardinalli) concorria a um
passatempo do popular programa radiofónico Combóio das Seis e Meia. Espantado com o que ouvia, o produtor
do programa, Marques Vidal, convidou-a imediatamente para se juntar ao elenco e, poucas semanas depois,
estreava-se como fadista no Café Luso. E antes de completar os vinte anos, era já vedeta de revista,
género em que se estreou em 1955. A Anita Guerreiro se deve a criação de um fado-canção que ficou
na boca do povo e até Amélia gravou: Cheira a Lisboa, que criou em 1969 na revista Peço a Palavra. Ironicamente,
pouco depois desse sucesso colossal, Anita Guerreiro afastou-se da revista durante mais de uma década,
apenas regressando em 1982. Manteve-se entretanto activa como fadista, cantando em casas de fados e actuando
no estrangeiro.
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