A ILHA DE MOÇAMBIQUE NOS FINAIS DO SECXVIII




REVISITE A ILHA DE MOÇAMBIQUE CERCA DE 1790
PELA MÃO DO PROF. ADELTO GONÇALVES E
PELA PENA DE TOMÁS GONZAGA



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  É através de algumas das suas páginas que revisitaremos a Ilha de Moçambique dos finais do Sec.XVIII e princípios do SecXIX.
  Trata-se de um trabalho bibliográfico, sobre a vida de
TOMÁS ANTÓNIO GONZAGA, que o autor poderia ter cingido `a sua passagem pelo Brasil, mas que o levou até sua morte, na Ilha de Moçambique, em 1810, onde ainda viveu cerca de 20 anos.


Nota: - A quem estiver interessado, poderá adquirir este livro através da LIVRARIA SARAIVA (São Paulo-Brasil).  



Quem é o Prof. Adelto Gonçalves?
                                           O autor e a sua obra

    ADELTO GONÇALVES, jornalista e escritor, nascido em Santos, em 16 de outubro de 1951, é doutor em Letras na área de Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo, título que obteve, em 1997, com a tese Gonzaga, um poeta do Iluminismo (vida e época). Para escrever esse trabalho, em que consumiu quatro anos, vasculhando 22 arquivos e bibliotecas do Brasil e de Portugal e compulsando mais de 50 mil documentos, o autor contou com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação Calouste Gulbenkian, de Lisboa. Da banca que o arguiu, obteve a nota máxima, com distinção e louvor.
    Adelto Gonçalves é também mestre em Letras pela Universidade de São Paulo na área de Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americana com um trabalho sobre a obra do escritor espanhol contemporâneo Eduardo Mendoza e o romance picaresco.
    Como escritor, estreou em 1977 com o livro de contos Mariela  Morta
(Editorial Complemento). Em 1980, ganhou menção honrosa do Prémio Nacional de Romance José Lins do Rego, da Livraria José Olympio Editora, do Rio de Janeiro, com o livro Os vira-latas da madrugada, publicado em 1981.
    Em 1986, obteve o Prémio Fernando Pessoa da Fundação Cultural
Brasil-Portugal e participou do livro Ensaios sobre Fernando Pessoa. Conquistou também os prémios Assis Chateaubriand de 1987 e Aníbal Freire de 1994, ambos da Academia Brasileira de Letras. Em 1997, publicou o livro de ensaios e artigos Fernando Pessoa: a voz de Deus (Universidade Santa Cecília-Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Santos).
    Como articulista e ensaísta, mantém intensa actividade na imprensa brasileira e em revistas académicas tanto no Brasil como no exterior. Em Portugal, colabora com frequência na tradicional revista Vértice, de Lisboa.
    Tem artigos e ensaios publicados também nos seguintes periódicos: Discurso Literário, da Universidade de Oklahoma; Revista Iberoamericana, da Universidade de Pittsburgh; Linden Lane Magazine, de Princeton, Newjersey; Jornal de Letras, de Lisboa; Suplemento Literário Minas Gerais; e Anuário Brasileño de Estúdios Hispânicos, de Brasília, entre outros.
    Como jornalista, trabalhou durante dez anos em A Tribuna de Santos,
e mais uma década em O Estado de S.Paulo, com passagens pela Editora Abril e Folha da Tarde. Foi repórter, redactor e editor. Actualmente, desenvolve actividades como assessor de imprensa e jornalista free-lancer para revistas da área de economia.



Nota Pessoal : Aqui quero deixar a expressão do meu agradecimento pessoal, como moçambicano e, em especial, como natural da Ilha de Moçambique, ao Prof. Adelto Gonçalves por esta magnífica obra, autêntico hino à LUSOFONIA que pretendemos ver o mais ràpidamente implantada em toda a sua plenitude. E daqui deixo um repto ao Governo de Moçambique, à CPLP ou a qualquer outra entidade, para que promova a ida do Prof. Adelto Gonçalves à Ilha de Moçambique, onde nunca esteve.
Merece-o, como ninguém!
                                                                       Fernando Gil



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