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Encontrará aqui biografias, não só de artistas, como dos principais grupos musicais portugueses, ordenados
pela primeira letra porque são conhecidos.
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Para aqueles que têm páginas próprias, ficará também o link para elas.
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Natural de Ovar, onde nasceu em 1909 ou 1912 (consoante as fontes consultadas), Maria Albertina foi uma
das muitas cantadeiras de excelente voz que, por motivos tantas vezes inexplicáveis, nunca chegou a grande
vedeta. Esta artista nortenha viveu no Porto a sua adolescência e só em Lisboa iniciou a sua carreira
artística. Vinda dos retiros, estreou-se nos palcos do teatro ao lado de Berta Cardoso e Maria das Neves,
em 1930, na opereta História do Fado, e participou em várias operetas, entre as quais Coração de Alfama,
de 1935. Na revista, o seu maior sucesso é o Fado da Sardinha Assada, da revista de 1934, Sardinha Assada.
Chega a ser cabeça de cartaz na revista O Dia da Espiga, de 1943, mas abandona o palco, dedicando-se
a cantar nas casas típicas, sendo uma apreciada fadista com uma carreira que se prolongou até ao anos
setenta. Chegou a fazer parte do elenco da casa de fados de Lucília do Carmo, o Faia. Como era habitual
nos anos trinta e quarenta, actuou também em várias digressões brasileiras e foi considerada uma das
melhores intérpretes de marchas populares lisboetas, uma ironia para alguém natural do Norte! Mãe do
popular locutor televisivo Cândido Mota, Maria Albertina faleceu em 1984.
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